Azul surreal

Há um azul que espera no cansaço, que cobre com seu manto real. Um azul cor das esferas de realidades etéreas. Fantasia que brilha até a tristeza acabar. Azul que encobre os rastros e o que ficou, chegamos aqui como quem do céu deslizou. Há um azul que enche de sono profundo, para sonharmos debaixo do mar, acima do céu, fora do tempo e do mundo. Não é destino. É pouso, é porto. O lugar onde o corpo finalmente descansa. Entre águas cristalinas, manhãs absolutas, já não se sabe se dorme ou voa, só se sabe que este azul acolhe, enfim. EDU LAZARO

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